segunda-feira, 22 de abril de 2013

Oi, blog!
Só queria dizer que senti saudades de você.
Pelo visto, as coisas mudaram um pouco por aqui.
Não sei se voltarei a ser presente.

Um beijo doce.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Eu acho que nunca falei dos cachorros que temos aqui em casa. Pois então, estamos com 8 cachorros. 4 adultos (1 casal de vira-latas e 1 casal de pinschers) e 4 filhotes pinschers.
Não temos espaço e nem condições de permanecer com todos os filhotes (tentamos vender ma não houve sucesso) e assim o meu tio aproveitou essa páscoa pra vir buscar 1 casal de filhotes. A sofia e o Duke.
Eu sei que isso é o certo mas dá uma dorzinha no coração. Afinal foram quase 4 meses cuidando deles. Enfim.
Mais tarde, se der, coloco a foto de todos os cachorros.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Toda a neurose de que estou engordando. E estou mesmo. De 63/64kg passei pra 69kg. É. Quem diria. Em 4 meses engordei 6 kg. E vai tudo pra onde? BARRIGA! PQPVC! Porém, ao me olhar de corpo inteiro em um espelho vejo que OPA ATÉ QUE ASSIM DE OLHO NÃO ESTOU TÃO GORDA COMO ME SINTO. Isso faz até a alma sorrir. Que me desculpem as gordinhas mas eu não quero ser gorda. Me sinto feia. Aliás eu já sou feia suficiente magra. Enfim.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A vida, às vezes, perde o sentido.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Continua não sendo fácil. Tanto pra mim como pra Na. Tá tenso. Mas pra Na está sendo ainda pior. Só ela sabe a dor que está sentindo. Tento ajudar mas não há muita coisa que eu possa fazer. Uma pena.

É 2012, né? Quem sabe o mundo acabe mesmo? Quem sabe seja o caos antes do fim? Até censurar na internet estão pensando.

É... não está fácil.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Não está fácil esse começo de ano. Não tá fácil mesmo.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Eu não posso dizer que 2011 foi um ano maravilhoso porque não foi. Foi um ano difícil. Aconteceram coisas que não foram legais. Nem um pouco legais. Mas é como dizem: "se está na chuva é pra se molhar".

Eu realmente espero que em 2012 algumas coisas mudem pra melhor. Sério. Mesmo.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Hoje o facebook me mostrou que um ex-colega de faculdade se casou. Como fiquei? Chocada! E o rapaz é somente um ano mais novo do que eu. Não estou preparada pra esse tipo coisa. Eu sempre me choco quando vejo ex-colegas de colégio/faculdade/qualquer coisa se casando e/ou tendo filhos.
Eu sei que cada um sabe da sua vida e pode fazer o que bem entender desde de que não atrapalhe o outro. Eu sei. É claro que eu sei, meu Deus! E sei que cada um funciona de uma maneira particular mas quando vejo essas coisas percebo que a idade está chegando. Em março farei 27 anos e não me acho (e realmente não estou) apta para casar e ter filhos, ainda.
E daí começo a me perguntar: como eles estão aptos (se é que estão mesmo) sendo que eu não estou (mesmo sabendo que cada um é cada um)? Daí eu começo a me sentir uma fracassada na vida. Não que casar e ter filhos seja sucesso na vida mas é um sinal de crescimento e amadurecimento, né? Ou pelo menos deveria ser.


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Ontem foi aniversário da minha florzinha. Foi aniversário da Na. Não pude estar com ela pq como vcs sabem, eu voltei para o ES e ela continua no RJ maaaasss ela sabe que desejo o de melhor pra ela. <3

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Líder, puxa-saco e QI

Eu sou um tipo de pessoa que não nasceu pra ser líder. Eu não gosto de servir de exemplo pra ninguém. Não gosto da visibilidade que um líder tem. E fora que eu não tenho aquele talento natural de um líder. Nunca tive. Só que... só que essa vida de adulto, na área profissional, às vezes requer que você seja um pouco líder, o que me causa toda uma crise de desespero. Mas o que mais me incomoda mesmo é o puxa-saquismo das pessoas. Tá na cara que a pessoa tá sendo superficial com você. Veja bem, eu penso que todas as relações são baseadas no interesse, mas o puxa-saquismo nego não gosta de ti mas força amizade. Porra, não consigo ser assim e nem lidar com gente assim. Não dá! Ai o que acontece? Eu, que não puxo o saco de ninguém sempre me fodo e o puxa-saco nato tá sempre na bocada. PQP!
Outra coisa é o famoso QI (Quem Indica). Cara, infelizmente a maioria das coisas hoje em dia você tem que conhecer as pessoas certas pra elas te ajudarem a conseguir as coisas. O que é diferente do puxa-saco. Tô falando de você conhecer e se dar bem com fulano e quando você precisa ele vai te ajudar. É o tal do networking. Isso é um fato! Me desculpem. É você fazer amizades com gente influente. E opa, não trabalhamos com isso e novamente me fodo.
Não tô falando que não tem pessoas que conseguem emprego só por causa do currículo. Isso acontece mas olha, é mais difícil.
Só isso.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

Olha, podem jogar pedrinhas (somente pedrinhas, hein? rs) em mim, mas essa coisa de sair por ai atrás pedindo desesperadamente emprego uma coisa tão vergonhosa. Não que seja feio fazer isso. Claro que não mas me dá uma sensação de que estou me humilhando de certa maneira e de que eu sou totalmente inferior perante as outras pessoas. Sei lá. Mas eu tenho que fazer isso, né? Por que se eu não fizer ninguém vai fazer por mim.
Talvez eu seja muito orgulhosa lá no fundinho.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fim

Sabe o amor que eu sentiu por ele? Morreu. Quer dizer, me refiro ao amor de homem e mulher. Ainda desejo o de melhor pra ele, que ele seja muito feliz na vida e com a pessoa que escolher passar o restos dos dias.

Sério.

Não foi uma parada que um belo dia eu acordei e falei: acabou. Claro que não. Foi um somatório de coisas. De anos. E poxa, eu mereço ser valorizada e ser feliz. Não peço muito e sei que não sou uma pessoa lá muito exigente.

O ciclo chegou ao fim.

Eu sei que a Na acha que nãããoooo, que fomos feitos um para o outro e estou falando isso por estar longe e coisa e tal. rs Amiga, sinto dizer que não. E eu estou bem com isso.

=)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Divulgação

Oi pessoal!

Como alguns de vocês já viram, estou ajudando a minha amiga a divulgar o trabalho dela.

Novamente, peço a quem puder colaborar divulgando no seu facebook, blog ou quem souber de alguém que possa indicar ou quem sabe, se você mesmo estiver interessado, que entre em contato!

Desde já, agradeço mais uma vez a ajuda e o carinho.

O nome dela é Nathália Faria.

Ela é do Rio de Janeiro.

Seu e-mail é: nathalia.faria@gmail.com

Seu facebook é: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002691968676

Ela trabalha com planos de saúde e num estúdio localizado em Botafogo (gravações de música/CD e também aulas de música - violão, guitarra, percussão, baixo, teclado, cavaquinho, bandolim, bateria e sopro).

Beijos

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

E então que eu fui embora do Rio. Agora estou em ES, minha terra natal. Voltei a morar com os meus pais e olha, o sentimento de fracasso não cabe em palavras. Fui, vi e não venci. É assim que me sinto.
Ok. Me formei mas e daí? Grande coisa ser engenheira e pobre. Sério. Na verdade se eu fosse PODRE de rica eu nem trabalharia. Só quando eu ficasse entediada. Não me julguem. rs
Hoje foi o dia de sair mandando curriculo e olha, isso cansa.


Essa sou eu: 26 anos, engenheira de telecomunicações, desempregada, sem namorado e voltei a morar com os pais.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Não está fácil, cara. Que momento difícil. Que aperto no peito!

terça-feira, 6 de setembro de 2011



domingo, 21 de agosto de 2011

Um história de amor (pelo menos da minha parte) sem final feliz.

Tudo, tudo mesmo, começou em 2005. Depois de um ano sem usar a internet (Isso mesmo! Os meus pais tiraram a internet lá de casa e eu não tinha tempo e nem costume de ir em lanhouse. Só fui ter celular com internet agora. Beijos) voltei a acessar o MSN que OPA eu nem tinha antes o costume de usar imagina depois de um ano. E naquela época eu tinha pouquíssimas pessoas nele (O que não difere muito de hoje já que sempre vejo poucas pessoas online e sempre são as mesmas. Talvez esteja na hora de fazer uma limpa). Sendo assim, apareceu uma mensagem perguntando se eu queria add ele. Eu sem pensar duas vezes add. Isso deve ter se repetido uma duas ou quatro vezes com outras pessoas. Pessoas essas que eu nem fazia ideia de quem eram. Mas qual é o problema disso, né? Queria era experimentar o tal MSN. rs
Até que, acho que no mesmo dia que eu o add, começamos a nos falar. No começo eu nem liguei muito pra ele. Cada um estava namorando na época mas continuamos a nos falar de vez em quando. Mas como amigos. Claro.
Naquela época eu tinha acabado de mudar de cidade. Començando a morar sozinha. Tudo era novo para mim. Eu só tinha 19 anos.
No mês seguinte, março, fiz 20 anos e dias depois o meu namoro acabou. Fui traída. Fiquei mal e como eu não tinha feito amigos na cidade e perdi contato com os amigos da minha cidade encontrei nele um ombro amigo. E assim, desabafei. Me senti acolhida. Ele foi muito gente boa comigo. Acho que foi nesse momento que escutei os sininhos. rs Só que ele ainda estava namorando e eu não sou filha da puta, portanto respeitei. Porém ficamos mais amigos e ele começou a me dizer que o namoro não estava mais dando certo e que não conseguia terminar. Eu não tinha nada a ver com isso. Só pra deixar bem claro.
O tempo passou. Continuamos amigos e quando foi em dezembro ele me disse que a namorada terminou com ele. E ele ficou triste com isso. FDP, né? Então por que falava que queria terminar? Eu já deveria ter sacado a parada toda e ter parado por ai. Mas nãããoooo. A falta de experiência realmente faz falta. Enfim. A tristeza dele não deve ter durado nem um mês. Ok ok. Ai eu estava livre para dar emcima dele. HAHAHA
E a recíproca foi verdadeira. o/
Começamos e ter um climinha. Uma paquerinha, digamos assim. Mas nada sério. Até que eu resolvi fazer a prova de transferência para a UFRJ. E fiz. O conheci (E a história desse dia merece outro post. rs). Ficamos e foi muito bom. UAU!
Me lembro como se fosse hoje a primeira vez que o vi. Com aquele cabelo back power, aquela calça jeans surrada, aquela mochila velha, aquela camisa xadrez clara (Com outra camisa por dentro. Até hoje usa assim.), aquela all star preto e velho. Aquele óculos de grau.
Mas... não passei na prova. Chorei. Não ia mais pra uma federal e não veria mais. Ai começamos a nos afastar. Na verdade mais ele de mim do que eu dele. Ele sumiu. Não nos falamos por uns 4 a 5 meses, por ai (Apesar dele OPA não se lembrar disso. Quem me conhece sabe que eu não sou e nunca fui uma FDP. Enfim.). Nisso conheci o meu ex namorado. E foi em um momento em que me sentia muito carente e ele é uma pessoa digamos melosa. rs Naquele momento caiu como uma luva, né? Eu ainda morava em MG e ele OPA era do Rio que nem o outro. Não namoramos pela internet mas ficou entendido que ficariamos quando eu fosse para o Rio (Porque dessa vez eu decidi me mudar mesmo que não fosse pra uma federal.) E quando eu me mudei pra cá nos acabamos namorando mesmo. Só que antes disso tudo, bem no começinho quando eu estava começando a gostar do meu ex, ele apareceu e eu contei o que estava sentindo. Ele não entendeu. E até hoje não entende. E joga isso na minha cara até hoje. Só uma dica? A gente não namorava e olha só você SUMIU. Você queria o que de mim? Enfim. Ficamos meses sem nos falarmos. Ele me ignorou completamente.
Mudei para o Rio. E eu resolvi falar com ele para tentar resolver aquela situação mal resolvida. Combinamos dele vir aqui em casa. Ele veio e me trouxe dois pares de brincos como presente. Conversamos. Ele com a mesma postura de sempre. Eu tentando explicar a minha situação. Ele me pediu um beijo de despedida e eu neguei afinal eu estava namorando. Ele foi embora com aquela cara de quem levou um chute na bunda e eu ao mesmo tempo culpada porque eu queria que ficassemos amigos.
O meu namoro acabou (Ele terminou comigo por MSN. Beijos) e ele ficou sabendo disso. Algum amigo em comum deve ter falado, é óbvio. Ele me procurou, ao em torno de um semana depois do término. Perguntou se ele ainda tinha chances comigo e eu disse que VEJAM SÓ VOCÊS COMO A VIDA DÁ VOLTAS estava acabando de sair de um relacionamento e que era melhor deixar com o tempo. Pois bem. Depois de um mês e pouco acabamos ficando e ele nunca mais foi igual comigo. Nunca mais. Isso foi em 2007 e de lá pra cá eu sou totalmente na dele e ele é totalmente na onda de qualquer outra mulher menos de mim. Mas eu estou sempre aqui pra ele. Ele só me quer pra diversão. Eu sei disso mas pra ficar perto dele eu acabo me sujeitando a isso.
Na última vez que o vi eu puder sentir que no passado (vide história de quando eu conheci o meu ex e bla bla bla) eu o fiz sofrer muito e que depois disso ele nunca mais passou a confiar em mim. A sensação que eu tive é que ele tem medo. Eu não sei se é fetiche essa história de fazer a mulher repetir que não tem ficado com outro a não ser ele mas ele nunca fez isso antes. E por mais que eu fale que não tenho ficado com mais ninguém ele não acredita ou se acredita já não adianta mais porque alguma coisa já foi quebrada e não tem mais conserto. E eu, hoje em dia, em sinto culpada. Me sinto culpada porque eu o perdi. Nada do que eu faça vai mudar isso. Nada. Eu não fiz nada de má fé. Eu super tentei ser verdadeira com todos mas mesmo assim sinto arrependimento. E se eu não tivesse conhecido o meu ex. E se... E se...
Não é que ele não goste de mim. Ela gosta mas não do jeito que eu queria. Não a ponto de ficar comigo. Eu estou voltando para o ES esse ano e sinto que ele não vai sentir a minha falta assim como eu sentirei a dele e isso é triste, sabe? É triste.


Não adianta chorar pelo leite derramado porque se hoje ele é um FDP comigo, eu já fui algum dia pra ele pois causei sofrimento mesmo sem ter a intenção.


domingo, 14 de agosto de 2011


Eu tinha um amor e o perdi. E tudo o que eu sofri depois disso, e ainda sofro, é pura consequência. Hoje, apesar da dor, eu não choro mais. Pelo menos não na quantidade de vezes de antes.
Foi tudo culpa minha.




segunda-feira, 8 de agosto de 2011


(Clica na foto para melhor visualização)


Tradução livre, galera:

Eu quero um cara que segurasse a minha mão na fila do shopping e fizesse todas as meninas sentirem inveja. Eu quero alguém que cantasse para mim em momentos aleatórios. Alguém que fosse mais bobo do que romântico. Um cara que atirasse bichos de pelúcia pra mim quando eu estou calada. Alguém que apostasse beijos comigo se ele conseguisse me vencer em todos os antigos jogos do playstation e então me deixar ganhar. Um cara que tirasse sarro de mim só para ouvir a minha voz. Ele brincar com o meu cabelo o tempo todo e me surpreender com moedas de 25 centavos. Alguém que eu pudesse compartilhar pirulitos e o cobertor para contar as estrelas. Comprarmos um monte de câmeras descartáveis para tirar fotos ridículas um do outro atirando com pistolas de água um no outro na casa. Mas principalmente... aquele que seria o meu melhor amigo e nunca quebrasse o meu coração. Ele sempre me faria sorrir.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Desmaio na igreja

Eu deveria ter uns 7 ou 8 anos. Não me lembro da idade, só sei que era criança. Em um domingo de manhã fui para a missa junto com a minha mãe e o meu irmão. Só que estavamos meio atrasados e a minha mãe nos apressou para que tomassemos logo o café da manhã. Só que o café com leite estava quente e não dava pra beber tudo de uma só vez. Sendo assim, tomei um gole e joguei os resto do ralo da pia.
Fomos a pé para a missa. Quando chegamos a missa já tinha começado. Estava cheio de gente e portanto não tinha mais lugar pra sentar. Tivemos que ficar em pé.
Depois de um tempo, lá pela metade da missa, começei a sentir uma sensação estranha... um pouco de fraqueza e visão meio escurecida. O ambiente estava abafado. Obviamente eu não disse nada para a minha mãe com medo que ela brigasse comigo por eu não ter comido nada antes de sair de casa.
Tentei aguentar firme. Vai que era uma coisa passageira, né?
Mas ai começei a ficar mais e mais mole. Com vontade de sentar pelo menos um pouquinho... e aquela missa nunca acabava.
Pois bem. A missa acabou. Fomos andando em direção a porta de saída até que... a minha visão escureceu e eu cai nas costas da minha mãe (ela estava na minha frente). Depois disso, eu só escutei a minha mãe gritando de desespero. Ela me pegou no colo e gritou perguntando se alguém podia ajudar nos levando para o hospital afinal, naquela época, não tinha celular para que ela ligasse para o meu pai pedindo para que ele viesse de carro buscar a gente.
Um homem ofereceu ajuda e enquanto a gente estava no carro a minha mãe, já no auge do desespero, começou a bater no meu rosto para que eu reagisse. E eu não conseguia abrir os olhos. Eles pareciam estar colados. rs Nem falar conseguia... apenas emitia alguns sons estranhos, tipo gemendo. Ela pegou na minha mão e viu que a ponto dos meus dedos (as unhas) estavam roxas e foi ai que ela meio que começou a chorar. E o homem ia dirigindo e tentava a consolar ao mesmo tempo.
Fiquei internada no hospital acho que um dia e meio. Não me lembro. O médico deu uma bronca na minha mãe falando que desmaiei de fraqueza. Por sua vez a minha mãe brigou comigo e perguntou porque sai de casa sem comer nada. Eu respondi que o café com leite estava quente e que ela ficou me apressando pra sair logo de casa e que o joguei no ralo da pia. Ela brigou mais uma vez comigo. rs
Mas pelo menos, toda vez em que eu ficava internada, a minha mãe trazia coisas gostosa pra eu comer. rs